terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

ENXERTIA EM VIDEIRAS

O processo é de cunha.
Deve ser feito mais ou menos ao nível do solo.
Nem o manso deve ficar enterrado,enraiza e acaba por matar o cavalo,nem o bravo deve ficar fora do solo,estaria sempre a criar rebentos,ladrões,não deixando desenvolver o manso.


Depois deve ser acovilhado,fazer um monte de terra,com muito cuidado para não desviar o prumo.
Costuma dizer-se que a ciência desta enxertia não está no enxertador mas no cobridor.

Também se pode fazer enxertia aérea,utilizando o processo descrito pelo amigo Relógio de corda.
Faz-se uma boneca cheia de terra,à volta do enxerto,também se pode usar metade de uma garrafa de plástico cheia de terra ou,de preferência,barro.

Essas modernices de enxertia na mão,com cola resinosa,e enterrar depois o bravo,nunca fiz nem uso,só é possível com bravos de laboratório que também não uso.

mário

2 comentários:

  1. Também fiz alguns este ano. Castanheiros, ameixeiras, videiras e até Kiwis. Vamos ver o que dá.
    O ano passado estreei-me com umas videiras, que pegaram todos e passados dois meses secaram. Enfim...vida de agricultor.
    Abraço

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  2. Amigo Mário...
    Nunca me dediquei a arte da enxertia. Talvez porque nunca tivesse quem me ensinasse.
    Este seu blogue é um verdadeiro blogue de serviço público.

    Um abraço

    João

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